Perícia Investiga se Vítimas de Queda de Avião Clandestino em Mato Grosso São Estrangeiras
Politec aciona possíveis parentes para exame de DNA após aeronave sem matrícula e sem autorização cair em Água Boa; avião decolou de Goiânia após cinco anos parado.
Foto: Bombeiros tentam combater incêndio após queda de avião em MT — Foto: Reprodução
A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) de Mato Grosso apura se dois dos três ocupantes que morreram na queda de uma aeronave na zona rural de Água Boa (a 730 km de Cuiabá), na última quinta-feira (10), são de nacionalidade paraguaia. A terceira vítima seria de origem brasileira. Para viabilizar o reconhecimento oficial, os órgãos de investigação entraram em contato com possíveis familiares das vítimas no exterior e no país para viabilizar a coleta de material genético para confronto de DNA.
Por razões logísticas e diante do estado de carbonização dos corpos, os despojos foram transferidos para a Diretoria Metropolitana de Medicina Legal, na capital mato-grossense. A Polícia Civil informou que as identidades suspeitas permanecem sob sigilo para resguardar o andamento das investigações e a conclusão dos laudos necropapiloscópicos e genéticos.
Aeronave Irregular Estava Parada Há Meio Decênio
Paralelamente, a Força Aérea Brasileira (FAB), por meio de peritos do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), identificou que o avião operava em condição totalmente clandestina. A aeronave não possuía registro de matrícula ativo, tinha destinação privada e acumulava cerca de cinco anos sem atividade de voo, com inspeções periódicas vencidas e cadernetas de manutenção desatualizadas.
De acordo com o delegado titular de Água Boa, Carlos Alberto Silva, o monomotor ficava abrigado em um hangar situado em aeródromo de Goiânia (GO) e estaria sem condições técnicas mínimas de navegabilidade. Na manhã da tragédia, o proprietário e os outros dois tripulantes embarcaram e decolaram da capital goiana sem apresentar plano de voo e sem autorização dos órgãos de controle de tráfego aéreo.
A rota final pretendida permanece desconhecida, e os policiais civis tentam reconstruir a trajetória percorrida pelo aparelho no espaço aéreo até o momento do impacto em solo mato-grossense.
Dinâmica do Impacto e Inexistência de Cargas Ilícitas
Após a colisão contra o solo, o avião explodiu e foi completamente consumido pelas chamas. A violência do impacto e do fogo carbonizou a fuselagem, impossibilitando a leitura visual imediata do modelo ou prefixos originais.
Até o momento, os levantamentos de campo conduzidos pelas forças de segurança pública e peritos técnicos não encontraram indícios de que o aparelho transportasse substâncias entorpecentes, armas ou qualquer outro carregamento ilícito. As diligências continuam para desvendar as circunstâncias mecânicas da pane, esclarecer a finalidade da viagem e confirmar oficialmente o perfil dos três mortos.
Por razões logísticas e diante do estado de carbonização dos corpos, os despojos foram transferidos para a Diretoria Metropolitana de Medicina Legal, na capital mato-grossense. A Polícia Civil informou que as identidades suspeitas permanecem sob sigilo para resguardar o andamento das investigações e a conclusão dos laudos necropapiloscópicos e genéticos.
Aeronave Irregular Estava Parada Há Meio Decênio
Paralelamente, a Força Aérea Brasileira (FAB), por meio de peritos do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), identificou que o avião operava em condição totalmente clandestina. A aeronave não possuía registro de matrícula ativo, tinha destinação privada e acumulava cerca de cinco anos sem atividade de voo, com inspeções periódicas vencidas e cadernetas de manutenção desatualizadas.
De acordo com o delegado titular de Água Boa, Carlos Alberto Silva, o monomotor ficava abrigado em um hangar situado em aeródromo de Goiânia (GO) e estaria sem condições técnicas mínimas de navegabilidade. Na manhã da tragédia, o proprietário e os outros dois tripulantes embarcaram e decolaram da capital goiana sem apresentar plano de voo e sem autorização dos órgãos de controle de tráfego aéreo.
A rota final pretendida permanece desconhecida, e os policiais civis tentam reconstruir a trajetória percorrida pelo aparelho no espaço aéreo até o momento do impacto em solo mato-grossense.
Dinâmica do Impacto e Inexistência de Cargas Ilícitas
Após a colisão contra o solo, o avião explodiu e foi completamente consumido pelas chamas. A violência do impacto e do fogo carbonizou a fuselagem, impossibilitando a leitura visual imediata do modelo ou prefixos originais.
Até o momento, os levantamentos de campo conduzidos pelas forças de segurança pública e peritos técnicos não encontraram indícios de que o aparelho transportasse substâncias entorpecentes, armas ou qualquer outro carregamento ilícito. As diligências continuam para desvendar as circunstâncias mecânicas da pane, esclarecer a finalidade da viagem e confirmar oficialmente o perfil dos três mortos.
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