Artigo de Opinião: Tudo que não é aceito retorna

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POR WILSON FUÁH:

 

Durante o nosso caminhar pela vida, passamos por alguns confrontos e situações desgastes, principalmente ao defrontamos com algum intolerante ou arrogante descontrolado.

Mas, é nesse momento que temos que estar preparados para aprender a administrar com sabedoria a “guerra das vaidades”, e nunca receber e não devolver os insultos disparados em nossa direção, porque tudo que não é aceito retorna de onde saiu.

E, fica a pergunta: quem ainda não teve a infelicidade ou necessidade de conviver com pessoas que sentem o prazer de desferir indiretas e algumas vezes procura atingir até de forma direta e violenta?

São situações que nos deixam “espremido na parede da vaidade” e envolvido em algum caso simples e que pode de ser desculpado e resolvido, mas o intolerante sempre parte para as agressões verbais, tentando denegrir imagens e sentem superiores ao proferir ofensas desnecessárias, são provocadores de impasses em busca de satisfazer a sua vontade por produzir confronto com um possível inimigo, e por querer exercitar a sua suposta luta pelo falso prazer de derrotar do seu adversário social escolhido.

Mas, para conviver neste momento em que as pessoas estão se degradando e pregando o ódio desnecessário, só temos uma saída, é não aceitar provocações, é não reagir e muito menos, não tomar atitudes impensadas, e nem buscar “tirar nada a limpo”, porque, tudo que o seu possível inimigo provocador prefere,  pois é partir para o ataque, porque você foi escolhido como o alvo do dia, e nesse caso, é necessário que tenha o equilíbrio emocional, e não receba qualquer insulto se você não é merecedor das palavras vindas das cabeças tolas ou daquele que nutrem os sentimentos invejosos, porque as verdades de quem as desfere, não são as suas verdades, e se as provocações não são recebidas, elas retornam as bocas de onde saíram.

Nada que for desferido em sua direção e não for recebido, terá a força negativa neutralizada e não atingir o alvo, portando aquilo que vem como provocação destruidora, por mais agressivo que seja, falece quando não é aceita e mesmo, todo insultos desqualificativos em forma de inveja ou provocação odiosa, tem como o melhor remédio, o seu silêncio, até que a boca falante se cale, pela não reação.

Por mais agressivo que o insultador possa demonstrar com sua arrogância descontrolada, a ação mais importante é não receber e ser possuidor do poder da paciência; da calma; do bom senso; da tranquilidade, e ter como ação reagente, ouvir e não reagir, porque a razão estará sempre do lado daqueles que vivem na imensidão da calma e na paz, e ao praticar essas virtudes, estará de posse dos antídotos perfeitos contra a arrogância; a violência; a inveja e o ódio.

 

 

Wilson Carlos Fuáh é especialista em Recursos Humanos e Relações Sociais e Políticas.