terça-feira, junho 28, 2022
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Técnicos da UFMT paralisam atividades e pedem reajuste salarial

Os servidores técnicos da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) vão paralisar suas atividades nesta quarta-feira (16) para reivindicar reajuste salarial após cinco anos sem aumento.

Além da paralisação nacional, os servidores anunciaram um indicativo de greve para o dia 23 de março caso o Governo Federal não aceite negociar a recomposição salarial dos técnicos.

A coordenadora geral do Sindicato dos Trabalhadores Técnicos Administrativos em Educação da Universidade Federal de Mato Grosso (Sintuf), Luiza Machado, afirma que os servidores realizaram uma assembleia para reunir os pontos principais de reinvindicação.

Segundo ela, dentre os pedidos, está o reajuste de 19,99% no salário, que equivale aos anos em que as solicitações de negociação foram ignoradas pelo Governo Federal.

Além disso, a coordenadora afirma que já encaminhou um ofício para a reitoria da UFMT falando sobre a paralisação. Na tarde desta quarta-feira (16) os servidores vão se reunir em frente a reitoria para entregar em mãos as pautas regionais.

Machado afirma que, apesar de aderir ao movimento nacional, os técnicos da UFMT solicitam ampliação da segurança na instituição mato-grossense.

A coordenadora relata que os assaltos na universidade são constantes, situação que vem causando insegurança nos trabalhadores que não se sentem protegidos no Campus.

“Nós estamos à mercê de ladrões na UFMT, estamos com medo de chegar no nosso local de trabalho e ser tomado por assalto”, relata.

Após a paralisação desta quarta-feira, os técnicos estipularam um prazo de sete dias para que o Governo Federal aceite receber a classe para iniciar o diálogo sobre as reinvindicações. Caso contrário, a greve será decretada logo após o dia 23 de março, pouco antes do retorno das aulas presenciais na UFMT, em abril.

“Nós estamos sem negociação de reajuste salarial desde 2017, imagina a perda salarial que nós tivemos nesses últimos cinco anos. Só queremos o que todo mundo busca, uma recomposição salarial”, explica.

Além do reajuste de 19,99%, os servidores solicitam a revogação da ementa constitucional 95 e o enterro da PEC 32.

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