Augusto Cury Critica Privilégios em Brasília e Apresenta Alternativa Eleitoral: 'Nem Picanha, Nem Fuzil'
Em ato em sua cidade natal no interior paulista, candidato do Avante contrapõe estrutura de Lula e Flávio à falta de apoio a professores e promete doar salário de presidente.
Foto: Augusto Cury durante caminhada em Colina (SP) — Foto: Reprodução/EPTV
O escritor e candidato à Presidência da República Augusto Cury (Avante) dedicou o último dia de campanha do primeiro turno, neste sábado (3), para intensificar as críticas aos privilégios do establishment político em Brasília e contrapor os gastos das máquinas públicas às carências estruturais da educação básica. A manifestação ocorreu durante caminhada pública em Colina, município de 18,9 mil habitantes no interior de São Paulo, onde o médico psiquiatra nasceu.
Cury direcionou suas declarações diretamente aos dois líderes das pesquisas de intenção de voto, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), contrastando a folha de pagamento de gabinetes e residências oficiais com as dificuldades enfrentadas pelos docentes nas escolas públicas:
"O Lula da Silva tem 74 funcionários do Palácio da Alvorada na sua casa. O Flávio Bolsonaro tem mais de 40 assessores e quem paga a conta, quem paga a conta é o contribuinte. E um professor não tem um auxiliar dentro da sala de aula e ele tem o ouro da humanidade lá em sala de aula. Isso está errado, isso é uma vergonha."
— Augusto Cury, candidato à Presidência pelo Avante.
Durante a agenda pelas ruas centrais de sua cidade natal, o candidato de 68 anos visitou comércios locais, tomou café em uma padaria e conversou com moradores sobre sua infância humilde. Ao defender uma alternativa à polarização nacional, o escritor cunhou um slogan contra os polos antagônicos: "Quero devolver o sonho para o brasileiro, porque é uma vergonha lá em Brasília, a elite política esqueceu da sociedade brasileira, as pessoas reais que precisam ser abraçadas. O Brasil tem cura. Nem picanha, nem fuzil, é Cury para o Brasil."
Doação de Remuneração e Gabinete Técnico
Em entrevista coletiva concedida a veículos regionais, Cury sustentou que o país atravessa um processo de esgarçamento institucional e reiterou que não visa vantagens pessoais com o exercício da chefia do Executivo, comprometendo-se formalmente a abrir mão dos vencimentos do cargo:
"Voltei às minhas origens, onde meus sonhos impactaram dezenas de milhões de pessoas em mais de 90 países. E agora eu sonho com a Presidência da República. Não porque eu amo o poder, vou doar o meu salário, mas porque o Brasil merece paz. Só a paz é capaz de vencer o ódio da polarização."
O candidato do Avante afirmou que, em caso de vitória nas urnas neste domingo (4), estruturará o ministério com especialistas técnicos de renome fora das amarras partidárias para conter a degradação ética, social e econômica da administração pública.
Cury direcionou suas declarações diretamente aos dois líderes das pesquisas de intenção de voto, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), contrastando a folha de pagamento de gabinetes e residências oficiais com as dificuldades enfrentadas pelos docentes nas escolas públicas:
"O Lula da Silva tem 74 funcionários do Palácio da Alvorada na sua casa. O Flávio Bolsonaro tem mais de 40 assessores e quem paga a conta, quem paga a conta é o contribuinte. E um professor não tem um auxiliar dentro da sala de aula e ele tem o ouro da humanidade lá em sala de aula. Isso está errado, isso é uma vergonha."
— Augusto Cury, candidato à Presidência pelo Avante.
Durante a agenda pelas ruas centrais de sua cidade natal, o candidato de 68 anos visitou comércios locais, tomou café em uma padaria e conversou com moradores sobre sua infância humilde. Ao defender uma alternativa à polarização nacional, o escritor cunhou um slogan contra os polos antagônicos: "Quero devolver o sonho para o brasileiro, porque é uma vergonha lá em Brasília, a elite política esqueceu da sociedade brasileira, as pessoas reais que precisam ser abraçadas. O Brasil tem cura. Nem picanha, nem fuzil, é Cury para o Brasil."
Doação de Remuneração e Gabinete Técnico
Em entrevista coletiva concedida a veículos regionais, Cury sustentou que o país atravessa um processo de esgarçamento institucional e reiterou que não visa vantagens pessoais com o exercício da chefia do Executivo, comprometendo-se formalmente a abrir mão dos vencimentos do cargo:
"Voltei às minhas origens, onde meus sonhos impactaram dezenas de milhões de pessoas em mais de 90 países. E agora eu sonho com a Presidência da República. Não porque eu amo o poder, vou doar o meu salário, mas porque o Brasil merece paz. Só a paz é capaz de vencer o ódio da polarização."
O candidato do Avante afirmou que, em caso de vitória nas urnas neste domingo (4), estruturará o ministério com especialistas técnicos de renome fora das amarras partidárias para conter a degradação ética, social e econômica da administração pública.
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