Ex-Prefeito de Pontes e Lacerda Alcino Barcelos É Alvo de Operação do MP por Fraude em Licitações e Lavagem
Naco cumpre 12 ordens judiciais contra agentes públicos e empresários por irregularidades em contratos firmados entre 2017 e 2024 envolvendo fornecedora de pré-moldados.
Foto: Reprodução
O ex-prefeito do município de Pontes e Lacerda (a 444 km a oeste de Cuiabá), Alcino Pereira Barcelos, figura entre os alvos de mandados de busca e apreensão cumpridos na manhã desta sexta-feira (25) em uma operação deflagrada pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT). A ofensiva judicial apura um suposto esquema estruturado de fraudes em certames licitatórios e desvios de recursos no âmbito de contratos públicos firmados pelo Executivo municipal.
Ao todo, as equipes operacionais deram cumprimento a 12 ordens judiciais contra servidores públicos, agentes políticos e empresários da região. As medidas cautelares foram expedidas com base em elementos reunidos pelo Núcleo de Ações de Competência Originária (Naco), braço do Ministério Público estadual responsável pela condução de procedimentos investigatórios criminais envolvendo autoridades com prerrogativa de foro.
De acordo com as informações institucionais repassadas pelo MPMT, o inquérito mira a prática de crimes como fraude ao caráter competitivo de licitações, lavagem de capitais e associação criminosa em contratações formalizadas ao longo das gestões entre os anos de 2017 e 2024.
Vínculos com Prestadora e Transações Atípicas
As investigações apontam indícios de favorecimento direto à empresa Concretubos Pré-Moldados Ltda., pessoa jurídica que manteve contratos expressivos e considerados suspeitos com a administração da Prefeitura de Pontes e Lacerda no intervalo temporal apurado.
Os analistas de inteligência financeira do órgão ministerial detectaram ainda um fluxo de movimentações bancárias atípicas e incongruências fiscais, além de fortes indícios de promiscuidade e conexões societárias e financeiras entre funcionários do quadro administrativo municipal e empresários beneficiados.
A inclusão do nome de Alcino Barcelos na lista de alvos de busca confere forte impacto ao cenário político regional, uma vez que as apurações atingem o epicentro da tomada de decisões da gestão municipal ao longo de sucessivos exercícios fiscais. O Ministério Público de Mato Grosso informou que os dados e valores globais sob auditoria permanecem resguardados pelo sigilo procedimental, com as investigações seguindo em andamento para o processamento do material recolhido.
Ao todo, as equipes operacionais deram cumprimento a 12 ordens judiciais contra servidores públicos, agentes políticos e empresários da região. As medidas cautelares foram expedidas com base em elementos reunidos pelo Núcleo de Ações de Competência Originária (Naco), braço do Ministério Público estadual responsável pela condução de procedimentos investigatórios criminais envolvendo autoridades com prerrogativa de foro.
De acordo com as informações institucionais repassadas pelo MPMT, o inquérito mira a prática de crimes como fraude ao caráter competitivo de licitações, lavagem de capitais e associação criminosa em contratações formalizadas ao longo das gestões entre os anos de 2017 e 2024.
Vínculos com Prestadora e Transações Atípicas
As investigações apontam indícios de favorecimento direto à empresa Concretubos Pré-Moldados Ltda., pessoa jurídica que manteve contratos expressivos e considerados suspeitos com a administração da Prefeitura de Pontes e Lacerda no intervalo temporal apurado.
Os analistas de inteligência financeira do órgão ministerial detectaram ainda um fluxo de movimentações bancárias atípicas e incongruências fiscais, além de fortes indícios de promiscuidade e conexões societárias e financeiras entre funcionários do quadro administrativo municipal e empresários beneficiados.
A inclusão do nome de Alcino Barcelos na lista de alvos de busca confere forte impacto ao cenário político regional, uma vez que as apurações atingem o epicentro da tomada de decisões da gestão municipal ao longo de sucessivos exercícios fiscais. O Ministério Público de Mato Grosso informou que os dados e valores globais sob auditoria permanecem resguardados pelo sigilo procedimental, com as investigações seguindo em andamento para o processamento do material recolhido.
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