Zema Afirma que Eleitor do PT Deveria Ir para Venezuela ou Cuba e Critica Reajuste do Bolsa Família
Candidato do Novo à Presidência classifica aumento a 17 dias do pleito como oportunismo para compra de voto, diz que há beneficiário ‘jogando videogame o dia todo’ e promete bônus de R$ 5 mil para quem conseguir emprego formal.
Foto: Romeu Zema, candidato do Novo à Presidência da República — Foto: Reprodução
O candidato à Presidência da República pelo Partido Novo, Romeu Zema, disparou duras críticas contra o Partido dos Trabalhadores (PT) e o anúncio de reajuste de 15,04% no Bolsa Família autorizado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em entrevista, Zema sugeriu que cidadãos que ainda acreditam no projeto político petista deveriam se mudar para países governados por regimes autoritários de esquerda, citando expressamente a Venezuela e Cuba.
O presidenciável mirou a decisão do Planalto de elevar o piso do benefício de R$ 600 para R$ 691 a meros 17 dias do primeiro turno das eleições presidenciais, classificando o ato como manobra puramente eleitoreira:
"[O governo Lula] está aí, mais uma vez, em véspera de eleição, querendo fazer canetada, falando que está do lado do povo. Nós sabemos que é um país que tem criado só pobreza, relação de dependência e não autonomia e vida melhor para as pessoas, que é aquilo que eu quero. Foi oportunismo, uma canetada de Lula querendo ganhar voto."
— Romeu Zema, candidato à Presidência pelo Novo.
Reformulação do Programa e Prêmio de R$ 5 Mil
Zema reiterou que, caso seja eleito para o Palácio do Planalto, promoverá uma ampla reestruturação nas regras de transferência de renda no Brasil. Segundo ele, o modelo atual falha ao manter as famílias dependentes do Estado em vez de criar alternativas de inserção produtiva. O postulante defendeu a imposição de critérios mais rígidos de condicionalidade:
Exigência de Estudo: Beneficiários que não desempenham papel exclusivo de cuidadores de crianças, idosos ou pessoas com deficiência serão compulsoriamente obrigados a frequentar cursos de capacitação técnica ou educacional;
Prêmio de Saída: Para estimular a migração para o mercado formal de trabalho, Zema prometeu pagar uma bonificação em cota única de R$ 5 mil para o cidadão que conseguir um emprego com carteira assinada e abrir mão voluntariamente do Bolsa Família;
Foco em Contrapartidas: Ao justificar o endurecimento das exigências, o candidato foi enfático: "Ninguém vai ficar recebendo o seu dinheiro, o meu e de quem está nos escutando sem ter uma contrapartida. Hoje nós temos gente que recebe e fica jogando videogame o dia todo".
Cenário da Disputa Presidencial no Datafolha
As manifestações de Romeu Zema ocorrem no momento da divulgação da mais recente pesquisa do instituto Datafolha, divulgada nesta quinta-feira (17). O levantamento mostra o candidato do Novo estagnado na retaguarda da disputa presidencial, com 2% das intenções de voto.
A liderança da corrida eleitoral segue centralizada na polarização entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que pontua com 39%, e o senador Flávio Bolsonaro (PL), que registra 36%, configurando um cenário de empate técnico no limite da margem de erro na reta decisiva da campanha de primeiro turno.
O presidenciável mirou a decisão do Planalto de elevar o piso do benefício de R$ 600 para R$ 691 a meros 17 dias do primeiro turno das eleições presidenciais, classificando o ato como manobra puramente eleitoreira:
"[O governo Lula] está aí, mais uma vez, em véspera de eleição, querendo fazer canetada, falando que está do lado do povo. Nós sabemos que é um país que tem criado só pobreza, relação de dependência e não autonomia e vida melhor para as pessoas, que é aquilo que eu quero. Foi oportunismo, uma canetada de Lula querendo ganhar voto."
— Romeu Zema, candidato à Presidência pelo Novo.
Reformulação do Programa e Prêmio de R$ 5 Mil
Zema reiterou que, caso seja eleito para o Palácio do Planalto, promoverá uma ampla reestruturação nas regras de transferência de renda no Brasil. Segundo ele, o modelo atual falha ao manter as famílias dependentes do Estado em vez de criar alternativas de inserção produtiva. O postulante defendeu a imposição de critérios mais rígidos de condicionalidade:
Exigência de Estudo: Beneficiários que não desempenham papel exclusivo de cuidadores de crianças, idosos ou pessoas com deficiência serão compulsoriamente obrigados a frequentar cursos de capacitação técnica ou educacional;
Prêmio de Saída: Para estimular a migração para o mercado formal de trabalho, Zema prometeu pagar uma bonificação em cota única de R$ 5 mil para o cidadão que conseguir um emprego com carteira assinada e abrir mão voluntariamente do Bolsa Família;
Foco em Contrapartidas: Ao justificar o endurecimento das exigências, o candidato foi enfático: "Ninguém vai ficar recebendo o seu dinheiro, o meu e de quem está nos escutando sem ter uma contrapartida. Hoje nós temos gente que recebe e fica jogando videogame o dia todo".
Cenário da Disputa Presidencial no Datafolha
As manifestações de Romeu Zema ocorrem no momento da divulgação da mais recente pesquisa do instituto Datafolha, divulgada nesta quinta-feira (17). O levantamento mostra o candidato do Novo estagnado na retaguarda da disputa presidencial, com 2% das intenções de voto.
A liderança da corrida eleitoral segue centralizada na polarização entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que pontua com 39%, e o senador Flávio Bolsonaro (PL), que registra 36%, configurando um cenário de empate técnico no limite da margem de erro na reta decisiva da campanha de primeiro turno.
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