terça-feira, fevereiro 3, 2026
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Período de defeso da piracema termina neste sábado (31)

O período de defeso da piracema, temporada em que a pesca é restrita para proteger a reprodução das espécies aquáticas, chega ao fim neste sábado (31). A data marca a liberação gradual da pesca esportiva e amadora nos rios e cursos d’água de Mato Grosso, respeitando as normas de preservação ambiental e os calendários definidos pelos órgãos gestores.

Fim do defeso e regras para retomada da pesca

Com o término do defeso da piracema, pescadores esportivos e amadores poderão voltar a exercer a pesca em águas interiores, observando sempre as regras e limites legais previstos na legislação ambiental. Entre as principais orientações estão o uso de equipamentos permitidos, respeito às cotas de captura e atenção às espécies e tamanhos que devem ser preservados durante todo o ano.

O defeso da piracema é uma medida de conservação que busca proteger peixes durante o período reprodutivo, quando muitos se deslocam para áreas de desova. O respeito a esse intervalo é essencial para garantir a sustentabilidade das populações aquáticas e o equilíbrio dos ecossistemas.

Orientações para pescadores e comunidade

Embora a pesca esteja liberada após o fim do defeso, a recomendação é que praticantes e comunidades ribeirinhas se mantenham atentos às normas ambientais. Entre as medidas a serem observadas estão:

  • Utilizar apenas equipamentos permitidos por lei;
  • Observar tamanhos mínimos e cotas de captura para as espécies;
  • Evitar prática em áreas protegidas que mantenham restrições específicas;
  • Denunciar pesca predatória ou descumprimento das regras às autoridades competentes.

A preservação dos recursos hídricos e das espécies de peixes depende não apenas de períodos de defeso, mas também de práticas de pesca responsáveis ao longo de todo o ano.

Importância da piracema para o meio ambiente

A piracema é um fenômeno biológico pelo qual diversas espécies de peixes migram para zonas apropriadas de reprodução, movimentando-se por vales e rios em busca de áreas mais favoráveis para desova. A proteção desses períodos evita a captura de exemplares em sua fase mais vulnerável e contribui para a manutenção das populações e da biodiversidade aquática.

Especialistas em meio ambiente destacam que a continuidade dessas ações, aliada à educação ambiental e à fiscalização, fortalece a conservação dos recursos naturais e garante que as futuras temporadas de pesca possam ser sustentáveis e produtivas para as comunidades que dependem desse recurso.

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