Assassino de PM encontrado em favela do Rio de Janeiro; ele planejava assalto, dizem autoridades
O homem apontado como responsável pela morte de um policial militar em Mato Grosso foi localizado escondido em uma favela no Rio de Janeiro e, segundo informações policiais, planejaria um assalto na capital fluminense quando foi capturado. A prisão representa um desdobramento importante nas investigações e a atuação integrada entre forças de segurança estaduais e federais.
De acordo com a polícia, o suspeito — identificado como autor do homicídio do policial militar — estava vivendo em uma comunidade no Rio de Janeiro após deixar o estado onde cometeu o crime. A localização ocorreu após troca de informações entre delegacias e compartilhamento de dados de inteligência.
Segundo as autoridades que coordenaram a operação, o homem estava em fase de articulação para cometer um assalto na capital fluminense, quando foi cercado e preso por equipes das forças de segurança. A prisão ocorreu sem tiroteio, com o suspeito detido e levado para a delegacia local para os procedimentos legais.
A busca pelo suspeito teve início logo após o homicídio do policial militar, cujo nome não foi divulgado oficialmente no primeiro momento. A Polícia Civil de Mato Grosso e forças policiais do Rio de Janeiro trabalharam em conjunto para localizar o foragido, monitorando deslocamentos e cruzando informações de bancos de dados de criminalidade.
Autoridades destacaram que a ação reforça a importância de mecanismos de cooperação entre estados, especialmente em casos de criminosos que tentam escapar da Justiça mudando de endereço ou buscando abrigo em regiões de maior densidade populacional e menor fiscalização.
O suspeito foi encaminhado ao sistema prisional do Rio de Janeiro, onde permanecerá à disposição da Justiça. O caso dele inclui acusações relacionadas ao homicídio do policial militar e, agora, à tentativa de planejamento de um roubo na cidade onde foi detido.
A investigação sobre o homicídio segue em andamento, com coleta de depoimentos, análise de evidências e reconstrução da dinâmica do crime. Outras linhas de apuração ainda podem resultar em novas prisões ou identificação de cúmplices.









