terça-feira, janeiro 20, 2026
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EUA lançam ataque militar à Venezuela e Trump afirma que Maduro foi capturado e retirado do país

EUA lançam ataque militar à Venezuela e Trump afirma que Maduro foi capturado e retirado do país

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou neste sábado (3) que forças militares norte-americanas realizaram um ataque em larga escala em território venezuelano, atingindo Caracas e outras regiões, e que o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, além de sua esposa, foi capturado e levado para fora do país. A declaração, feita em redes sociais e em pronunciamentos oficiais, representa uma escalada dramática nas relações entre os dois países e provoca choque internacional.

Explosões ouvidas em Caracas e operação militar em andamento

Segundo relatos de moradores e veículos de comunicação internacionais, explosões foram ouvidas em Caracas e nos estados de Miranda, Aragua e La Guaira nas primeiras horas da manhã, enquanto aeronaves sobrevoavam a capital. Testemunhas também registraram colunas de fumaça e interrupções no fornecimento de energia em diversos pontos da cidade. Autoridades americanas afirmam que a ação incluiu participação de tropas especiais e unidades aéreas, embora detalhes operacionais não tenham sido divulgados.

Trump postou em sua rede social que a operação foi conduzida com sucesso e que Maduro e sua esposa, Cilia Flores, foram capturados e transferidos para fora da Venezuela. Segundo ele, mais detalhes seriam apresentados em coletiva de imprensa marcada para esta tarde na Flórida.

Reações venezuelanas e repercussão internacional

O governo venezuelano confirmou que houve explosões na capital e declarou estado de emergência nacional diante do que classificou como uma “ofensiva imperialista” dos EUA. A vice-presidente Delcy Rodríguez pediu “prova de vida” de Maduro e da esposa, afirmando que o paradeiro dos dois ainda não foi oficialmente confirmado pelo governo venezuelano.

A reação global foi imediata e polarizada. Países aliados da Venezuela, como Rússia e Cuba, condenaram a ação como violação da soberania nacional e do direito internacional. A Colômbia, por sua vez, deslocou tropas à fronteira em antecipação a um possível fluxo de refugiados e pediu reunião de emergência do Conselho de Segurança da ONU. Líderes europeus enfatizaram a necessidade de moderação e respeito às normas internacionais, ainda que reconheçam preocupações em torno da legitimidade do governo venezuelano.

Contexto e possíveis consequências

O ataque marca uma escalada inédita nas relações entre os EUA e a Venezuela, cujo governo vinha sob pressão internacional por acusações de narcoterrorismo e violação de direitos humanos. Há meses, Washington vem crescendo sua pressão política e econômica sobre Caracas, incluindo sanções e bloqueios a embarcações petrolíferas venezuelanas, e disputas legais baseadas em acusações criminais contra Maduro e membros de seu círculo.

A captura de um chefe de Estado estrangeiro por forças militares dos EUA, sem mandato claro de organismos multilaterais como a ONU, levanta debates sobre legalidade e consequências geopolíticas. Especialistas em direito internacional apontam que a ação pode violar normas de soberania e não-intervenção, além de criar um precedente que pode aprofundar instabilidade regional caso outros países respondam com contra-medidas ou sanções diplomáticas. A situação segue em desenvolvimento.

 

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