O Grupo Especial de Fronteira (Gefron), unidade especializada da segurança pública de Mato Grosso, já causou um prejuízo estimado em mais de R$ 33 milhões às facções criminosas nos primeiros 20 dias de 2026. A ação faz parte de uma ofensiva contínua de repressão ao tráfico de drogas e ao crime organizado na fronteira do estado e em áreas estratégicas para o crime.
Apreensões expressivas e desarticulação de esquemas criminosos
As operações do Gefron resultaram na apreensão de aproximadamente 1,5 tonelada de drogas, veículos com registro de roubo ou furto e uma aeronave utilizada no transporte de entorpecentes. Com ações intensas, equipes especializadas também recuperaram sete veículos e retiraram de circulação armas e munições, reduzindo a capacidade logística das organizações criminosas.
Além das apreensões, as equipes prenderam 12 pessoas em 10 ocorrências distintas, em que os suspeitos estavam envolvidos em crimes como tráfico de drogas, associação criminosa e receptação de veículos. O trabalho tem sido desenvolvido com apoio de outras forças de segurança para ampliar o alcance das ações e maximizar os resultados operacionais.
Ações integradas com outras forças ampliam resultados
O impacto das ações do Gefron é potencializado pela atuação conjunta com órgãos como a Polícia Rodoviária Federal, Polícia Federal e batalhões da Polícia Militar. Essa integração fortalece a resposta às quadrilhas que atuam na região de fronteira e atua para desarticular a atuação de grupos com conexões interestaduais e internacionais.
Autoridades de segurança pública destacam que atingir diretamente a estrutura financeira e logística das facções — retirando drogas, veículos e meios de transporte — é essencial para enfraquecer essas organizações e reduzir outros tipos de criminalidade associados ao tráfico, como homicídios, roubos e furtos.
Pressão contínua sobre o crime organizado
O resultado alcançado no início de 2026 reforça a estratégia de repressão permanente contra o crime organizado e sinaliza continuidade das operações ao longo do ano. O Gefron segue atuando de forma preventiva e repressiva, com foco em reduzir o poder de atuação das facções, proteger comunidades e aumentar a sensação de segurança da população.









