Trump divulga foto de Nicolás Maduro algemado após operação dos EUA na Venezuela
O presidente dos Estados Unidos, **Donald Trump**, divulgou nesta sexta-feira (3) uma foto que mostra o presidente da Venezuela, **Nicolás Maduro**, com algemas, como parte da repercussão internacional após a operação militar norte-americana em território venezuelano que resultou na captura do chefe de Estado venezuelano e de sua esposa. A imagem repercutiu globalmente e intensificou a crise política e diplomática na região.
Foto compartilhada em rede social e reação internacional
Em publicação nas redes sociais, Trump exibiu a foto com Maduro algemado, descrevendo a ação como uma “missão bem-sucedida” das forças armadas dos EUA para combater a corrupção e o narcotráfico. A postagem provocou forte reação de líderes políticos e governantes de diversos países, com críticas e alertas sobre os riscos de violação da soberania nacional e do direito internacional.
Autoridades venezuelanas rejeitaram a divulgação da imagem e classificaram a ação como uma “agressão injustificável e ilegal”, afirmando que a soberania do país foi violada por meio de intervenção direta de forças estrangeiras. A vice-presidente venezuelana, em pronunciamento oficial, exigiu “prova de vida” e a imediata apresentação de informações verificáveis sobre as condições do presidente e de sua esposa.
Contexto da operação militar e consequências diplomáticas
A divulgação da imagem ocorre em meio ao que analistas internacionais já consideram um dos episódios mais graves de conflito entre Estados Unidos e Venezuela nas últimas décadas. A operação militar que resultou na captura de Maduro foi anunciada pelo governo Trump como parte de uma ofensiva contra líderes acusados de envolvimento em atividades ilícitas, mas especialistas em relações internacionais alertam que o uso de força direta pode provocar rupturas com impacto de longo prazo.
Países da América Latina, União Europeia e organizações multilaterais pediram cautela e apelo à negociação diplomática, enquanto aliados dos EUA em alguns blocos expressaram apoio à ação, argumentando que combate ao crime organizado e ao narcotráfico é uma prioridade global. De forma paralela, governos que sustentam laços políticos com Caracas criticaram duramente a intervenção e convocaram embaixadores para consultas.









