terça-feira, janeiro 20, 2026
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Bêbado se passa por médico e Paciente morre na Índia após cirurgia realizada guiado por vídeo do YouTube

Paciente morre na Índia após cirurgia realizada por falso médico alcoolizado guiado por vídeo do YouTube

Uma mulher de 38 anos morreu no estado de Uttar Pradesh, na Índia, após ser submetida a uma cirurgia feita por um homem que se passou por médico e realizou o procedimento assistindo a um vídeo do YouTube enquanto estava alcoolizado. A clínica onde a operação foi feita funcionava sem licença, e os responsáveis fugiram após o episódio, segundo autoridades locais.

Procedimento improvisado e resultado fatal

O caso aconteceu no distrito de Barabanki, quando a vítima, identificada como Munishra Rawat, procurou atendimento em uma clínica não autorizada após sentir intensas dores abdominais e ser informada de que precisava de uma cirurgia. O homem que se apresentou como médico, Gyan Prakash Mishra, e seu sobrinho iniciaram o procedimento sem formação ou credenciais médicas reconhecidas, segundo a polícia. Eles teriam assistido a um conteúdo no YouTube para conduzir a operação, enquanto Mishra estava sob efeito de álcool.

Durante a intervenção, incisões profundas e descontroladas foram feitas no abdômen da paciente, sem os cuidados essenciais de anestesia, esterilização ou técnica cirúrgica adequada, segundo relatos da investigação. A mulher começou a sangrar intensamente e, apesar de levada a um hospital público no dia seguinte, não resistiu às complicações geradas pelos ferimentos internos.

Investigação policial e implicações legais

A polícia registrou um inquérito para apurar as circunstâncias da morte e classificou o caso como homicídio culposo por negligência médica. Também foram incluídas acusações com base em legislações especiais por discriminação social, já que a vítima pertencia a um grupo social protegido por leis locais. A clínica foi lacrada pelas autoridades e materiais relacionados ao procedimento, incluindo o telefone utilizado durante a cirurgia, foram apreendidos por investigadores.

Mishra e seu sobrinho fugiram após a morte da paciente e são procurados pela polícia, que informou continuar as diligências para capturá-los. Autoridades de saúde também prometeram intensificar a fiscalização de estabelecimentos médicos informais e conduzir campanhas de conscientização sobre os riscos de buscar atendimento em locais não credenciados e com profissionais sem formação adequada.

Riscos de procedimentos em clínicas irregulares

Especialistas alertam que clínicas sem licença e pessoas sem qualificação representam um risco grave à saúde pública, principalmente em locais com acesso limitado a serviços médicos regulares. Procedimentos cirúrgicos exigem conhecimento técnico, infraestrutura adequada e práticas de esterilização para evitar infecções, hemorragias e outras complicações que podem levar à morte.

O caso reflete a importância de regulamentação rígida e de que a população busque atendimento apenas em instituições autorizadas e por profissionais legalmente habilitados.

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