terça-feira, janeiro 20, 2026
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Irmão de Eliza Samudio acredita na autenticidade de passaporte encontrado em Portugal, mas autoridades ainda não confirmam

Irmão de Eliza Samudio acredita na autenticidade de passaporte encontrado em Portugal, mas autoridades ainda não confirmam

O caso do passaporte atribuído à modelo e atriz Eliza Samudio voltou à tona após a divulgação de que um documento que supostamente seria dela foi encontrado em um imóvel em Portugal no final de 2025. Nesta terça-feira (6), o irmão de Eliza, Arlie Moura, de 27 anos, se pronunciou sobre o achado e afirmou acreditar que o passaporte seja legítimo, embora aguardem confirmações oficiais das autoridades brasileiras.

Passaporte reaparece quase 16 anos após o crime

O passaporte — que, conforme relatos preliminares, foi localizado por um morador em um apartamento alugado, guardado entre livros em uma estante — contém dados pessoais que coincidem com informações conhecidas de Eliza, como nome completo, filiação e data de nascimento, segundo Arlie Moura. O documento foi entregue ao Consulado-Geral do Brasil em Lisboa, que comunicou o caso ao Itamaraty em Brasília, onde ainda se aguarda orientações sobre os próximos passos.

Moura afirmou que “não pode bater o martelo” sobre a veracidade do passaporte, mas destacou que com as informações disponíveis até o momento acredita que possa realmente ser da irmã. Ele disse que tomou conhecimento do caso por meio da imprensa e que permanece acompanhando os desdobramentos enquanto as autoridades analisam o documento.

Repercussão e cautela da família

A descoberta reacendeu lembranças e emoções na família, que foi profundamente afetada pela morte de Eliza em 2010. Em declarações à imprensa, Arlie comentou que o achado mexeu com o psicológico dos parentes, levando de volta memórias do período em que a modelo desapareceu. Ainda assim, ele descartou especulações infundadas, ressaltando que é preciso aguardar a conclusão da investigação para esclarecer como o passaporte foi parar no exterior e se há alguma relação direta com o caso de homicídio.

Especialistas apontam que a mera localização do passaporte não altera o entendimento oficial de que Eliza foi morta e que seus restos mortais nunca foram encontrados, conforme registram investigações anteriores sobre o crime que teve ampla repercussão nacional.

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