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Medeiros reconhece passado de atritos com Wellington Fagundes, mas confirma alinhamento total com Bolsonaro

Deputado federal e pré-candidato ao Senado afirma que seguirá a orientação do ex-presidente e descarta divergências pessoais com o colega de partido na corrida eleitoral.

O deputado federal José Medeiros (PL), pré-candidato ao Senado nas eleições de outubro, admitiu abertamente, nesta segunda-feira (9 de março), que o cenário político do Partido Liberal (PL) em Mato Grosso exigiu a superação de antigas divergências com o senador Wellington Fagundes, também pré-candidato ao Governo do Estado pelo mesmo partido.

Em entrevista coletiva, Medeiros relembrou o histórico de disputas políticas com Fagundes, chegando a brincar sobre seu comportamento passado em relação ao colega. “O que eu tinha aprendido era jogar pedra no Wellington; agora não é mais para jogar pedra”, afirmou, em tom descontraído. O parlamentar ressaltou que as desavenças anteriores faziam parte da dinâmica de disputa por espaço político e que não existem, atualmente, problemas de ordem pessoal entre eles.

Disciplina partidária e lealdade a Bolsonaro

A principal justificativa para a união do grupo político é a orientação direta do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que validou a pré-candidatura de Wellington Fagundes ao governo estadual. Para Medeiros, a decisão do líder nacional encerra qualquer especulação ou debate interno no partido.

“O presidente Jair Bolsonaro bateu o martelo que o senador Wellington é o candidato a governador. Acabou a discussão. Vamos estar todo mundo junto, e esse é um princípio do qual eu não arredo o pé”, reforçou o deputado. Medeiros utilizou uma metáfora recorrente entre aliados do ex-presidente, citada frequentemente pelo deputado estadual Gilberto Cattani, para definir sua postura de lealdade: “Onde o presidente Jair Bolsonaro pula em pé, a gente pula de cabeça”.

Apesar da coesão interna buscada pelo grupo, o parlamentar reconheceu que o pleito de 2026 será um desafio complexo. “A candidatura ao Senado, principalmente esta, vai ser um parto de gato. Não vai ser fácil essa eleição”, avaliou, sinalizando que a disputa deve exigir grande esforço de mobilização por parte da chapa.

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