Flagrado Fazendo Boca de Urna Dentro de Colégio Eleitoral, Mesário É Preso em MT
Polícia Militar deteve o homem na Escola Municipal Antenor Soares, em Tangará da Serra; TRE-MT contabilizou 14 ocorrências policiais e 12 pessoas levadas a delegacias.
Foto: Mesário foi preso em flagrante em Tangará da Serra (MT) — Foto: Rogério Júnior/TVCA
Um mesário convocado para atuar nos trabalhos de votação foi preso em flagrante pela Polícia Militar por prática de boca de urna no município de Tangará da Serra, localizado a 242 km de Cuiabá. A detenção ocorreu no interior da Escola Municipal Antenor Soares, situada na Avenida Brasil, após eleitores presentes no local denunciarem a conduta irregular aos agentes de segurança pública.
De acordo com as autoridades policiais, o homem — cuja identidade formal não foi divulgada — manifestava ativamente preferência e posicionamento político em favor de determinado candidato enquanto exercia suas funções institucionais na seção eleitoral, caracterizando violação direta das normas legais de neutralidade impostas a colaboradores da Justiça Eleitoral. Diante das denúncias, uma guarnição da PM deslocou-se ao colégio e lavrou o boletim de ocorrência, conduzindo o suspeito para as providências de polícia judiciária.
As regras de conduta estabelecidas pela legislação eleitoral proíbem aos mesários e servidores de apoio qualquer tipo de manifestação político-partidária ou porte de adereços de campanha durante o expediente eleitoral. No caso de aliciamento de votantes ou propaganda de boca de urna, o artigo 39 da Lei das Eleições tipifica a prática como crime punível com detenção de seis meses a um ano (substituível por prestação de serviços à comunidade) e aplicação de sanção pecuniária.
Balanço de Ocorrências em Mato Grosso
Em relatório de monitoramento das forças de segurança, o Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT) informou o registro de 14 ocorrências policiais em municípios do estado durante o expediente de votação.
Do conjunto de notificações acompanhadas pelas autoridades, 13 estiveram diretamente associadas a suspeitas de boca de urna e aliciamento em áreas externas e imediações de locais de votação. Um procedimento investigativo paralelo foi instaurado em Sinop para apurar indícios de tentativa de compra de votos. Ao todo, 12 pessoas foram encaminhadas a delegacias da Polícia Civil e da Polícia Federal para prestar depoimentos formais.
Para registrar denúncias de propaganda irregular ou verificar as condutas permitidas durante os pleitos, os cidadãos podem utilizar a plataforma Pardal no portal do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
De acordo com as autoridades policiais, o homem — cuja identidade formal não foi divulgada — manifestava ativamente preferência e posicionamento político em favor de determinado candidato enquanto exercia suas funções institucionais na seção eleitoral, caracterizando violação direta das normas legais de neutralidade impostas a colaboradores da Justiça Eleitoral. Diante das denúncias, uma guarnição da PM deslocou-se ao colégio e lavrou o boletim de ocorrência, conduzindo o suspeito para as providências de polícia judiciária.
As regras de conduta estabelecidas pela legislação eleitoral proíbem aos mesários e servidores de apoio qualquer tipo de manifestação político-partidária ou porte de adereços de campanha durante o expediente eleitoral. No caso de aliciamento de votantes ou propaganda de boca de urna, o artigo 39 da Lei das Eleições tipifica a prática como crime punível com detenção de seis meses a um ano (substituível por prestação de serviços à comunidade) e aplicação de sanção pecuniária.
Balanço de Ocorrências em Mato Grosso
Em relatório de monitoramento das forças de segurança, o Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT) informou o registro de 14 ocorrências policiais em municípios do estado durante o expediente de votação.
Do conjunto de notificações acompanhadas pelas autoridades, 13 estiveram diretamente associadas a suspeitas de boca de urna e aliciamento em áreas externas e imediações de locais de votação. Um procedimento investigativo paralelo foi instaurado em Sinop para apurar indícios de tentativa de compra de votos. Ao todo, 12 pessoas foram encaminhadas a delegacias da Polícia Civil e da Polícia Federal para prestar depoimentos formais.
Para registrar denúncias de propaganda irregular ou verificar as condutas permitidas durante os pleitos, os cidadãos podem utilizar a plataforma Pardal no portal do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
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