TSE Fiscaliza Sistemas e Emite 'Zerésima' da Totalização para Confirmar Ausência de Votos Pré-Computados
Procedimento público de integridade valida transmissão e apuração de dados na véspera do 1º turno com presença de fiscais de partidos, CGU, PGE e Câmara dos Deputados.
Foto: Eleições 2026; urna eletrônica; votação — Foto: Aline Costa/TV TEM
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) concluiu, na manhã deste sábado (3), o protocolo de checagem e emissão da "zerésima" do Sistema de Totalização de Votos, procedimento oficial que atesta que o banco de dados da Justiça Eleitoral está integralmente zerado, sem o registro de votos prévios computados antes do início do pleito. O relatório confirmou ainda o cadastro regular e a aptidão de todas as chapas de presidente e vice-presidente registradas para a disputa deste ano.
O procedimento integra o calendário regular de auditoria e fiscalização dos sistemas eleitorais, assegurando a higidez, a autenticidade e a transparência do ambiente digital antes da abertura das seções eleitorais, marcada para as 8h deste domingo (4), estendendo-se até as 17h no horário de cada localidade. Os Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) realizam cerimônias equivalentes de emissão de zerésima em suas respectivas circunscrições ao longo da tarde de hoje.
Durante o ato no TSE, foram submetidos a testes de integridade e processamento quatro programas centrais da infraestrutura de apuração:
Sistema de Gerenciamento da Totalização (Sistot): Módulo central encarregado de acompanhar o fluxo de dados e compilar a soma dos resultados com base nos arquivos remetidos pelas urnas eletrônicas;
Receptor de Arquivos de Urna (RecArquivos): Solução responsável pelo acolhimento técnico dos pacotes de dados enviados pelos terminais de votação para disponibilizá-los ao Sistot;
Sistema Transportador Web: Ferramenta desenvolvida para trafegar via internet em conexão criptografada direta (VPN restrita à rede da Justiça Eleitoral), transferindo boletins de urna e logs ao Banco Centralizado de Dados do TSE;
Informação de Arquivos de Urna (InfoArquivos): Módulo que mapeia e informa em tempo real o status de envio, recepção e integridade de cada pacote de dados inserido na base.
A área de tecnologia da corte informou que todas as rotinas foram validadas sem inconformidades ou incidentes técnicos.
A solenidade de auditoria foi acompanhada presencialmente por observadores e representantes de legendas partidárias — a exemplo do MDB —, além de técnicos e membros de entidades legalmente autorizadas a fiscalizar as eleições, como a Procuradoria-Geral Eleitoral (PGE), a Câmara dos Deputados e a Controladoria-Geral da União (CGU).
O procedimento integra o calendário regular de auditoria e fiscalização dos sistemas eleitorais, assegurando a higidez, a autenticidade e a transparência do ambiente digital antes da abertura das seções eleitorais, marcada para as 8h deste domingo (4), estendendo-se até as 17h no horário de cada localidade. Os Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) realizam cerimônias equivalentes de emissão de zerésima em suas respectivas circunscrições ao longo da tarde de hoje.
Durante o ato no TSE, foram submetidos a testes de integridade e processamento quatro programas centrais da infraestrutura de apuração:
Sistema de Gerenciamento da Totalização (Sistot): Módulo central encarregado de acompanhar o fluxo de dados e compilar a soma dos resultados com base nos arquivos remetidos pelas urnas eletrônicas;
Receptor de Arquivos de Urna (RecArquivos): Solução responsável pelo acolhimento técnico dos pacotes de dados enviados pelos terminais de votação para disponibilizá-los ao Sistot;
Sistema Transportador Web: Ferramenta desenvolvida para trafegar via internet em conexão criptografada direta (VPN restrita à rede da Justiça Eleitoral), transferindo boletins de urna e logs ao Banco Centralizado de Dados do TSE;
Informação de Arquivos de Urna (InfoArquivos): Módulo que mapeia e informa em tempo real o status de envio, recepção e integridade de cada pacote de dados inserido na base.
A área de tecnologia da corte informou que todas as rotinas foram validadas sem inconformidades ou incidentes técnicos.
A solenidade de auditoria foi acompanhada presencialmente por observadores e representantes de legendas partidárias — a exemplo do MDB —, além de técnicos e membros de entidades legalmente autorizadas a fiscalizar as eleições, como a Procuradoria-Geral Eleitoral (PGE), a Câmara dos Deputados e a Controladoria-Geral da União (CGU).
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