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Motorista morto em acidente é suspeito de atacar três mulheres em menos de 24 horas

Polícia Civil aponta que homem teria cometido série de crimes sexuais e agressões antes de colidir veículo na BR-163.

A Polícia Civil de Mato Grosso revelou, nesta segunda-feira (23 de março), detalhes de uma investigação que liga um motorista morto em um acidente rodoviário a uma sequência de ataques violentos contra mulheres. O suspeito, que não teve o nome divulgado, é o principal alvo de inquéritos que apuram crimes de estupro e agressão física ocorridos em um intervalo de menos de 24 horas em municípios da região Norte do estado. A série de crimes teria cessado apenas quando o homem perdeu o controle de seu veículo e colidiu frontalmente com um caminhão na BR-163.

De acordo com as autoridades, o primeiro ataque foi registrado ainda na noite de domingo. Relatos das vítimas indicam que o suspeito utilizava uma abordagem agressiva, forçando a entrada em residências ou abordando as mulheres em locais de pouco movimento. Após o terceiro ataque relatado, a polícia já estava em alerta e realizava buscas pelo veículo descrito pelas vítimas. O acidente que resultou na morte do suspeito ocorreu poucas horas após a última denúncia ter sido formalizada em uma delegacia da região.

Perícia e Cruzamento de Dados

A confirmação da suspeita veio através do cruzamento de informações entre a Delegacia da Mulher e a equipe da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) que atendeu a ocorrência de trânsito. Dentro do carro do motorista, os peritos encontraram pertences que foram reconhecidos por uma das vítimas, além de vestígios biológicos que serão submetidos a exames de DNA para comprovação definitiva da autoria dos crimes sexuais.

Mesmo com a morte do suspeito, o que extingue a punibilidade criminal em relação a ele, a Polícia Civil informou que concluirá os inquéritos para dar uma resposta oficial às vítimas e suas famílias. O atendimento psicológico e o suporte da rede de proteção às mulheres foram acionados para acompanhar as três vítimas atacadas. O caso reforça o debate sobre a integração de dados entre diferentes unidades policiais para a identificação rápida de criminosos em série que atuam em curtos espaços de tempo.

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