Crime ocorreu após discussão em estabelecimento em Tangará da Serra; vítima não resistiu aos ferimentos na cabeça.
A Polícia Civil de Mato Grosso investiga um homicídio ocorrido na noite desta quinta-feira (23 de abril de 2026) em um bar no município de Tangará da Serra. Uma mulher é a principal suspeita de ter causado a morte de um homem de 45 anos utilizando um capacete de motociclista como arma. Segundo testemunhas, o crime aconteceu após uma discussão acalorada entre os dois, cujas motivações ainda estão sendo apuradas pelos investigadores.
De acordo com o boletim de ocorrência, a suspeita teria desferido diversos golpes contra a cabeça da vítima, que caiu desacordada. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foi acionado, mas ao chegar ao local, apenas constatou o óbito do homem, que apresentava traumatismo craniano severo. A mulher fugiu do estabelecimento logo após a agressão e, até o fechamento desta reportagem, não havia sido localizada pelas forças de segurança.
Investigação e Perícia
A Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) assumiu o caso e já iniciou a coleta de depoimentos:
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Imagens de Segurança: Os agentes buscam imagens de câmeras de monitoramento próximas ao bar para identificar a dinâmica exata da briga e o trajeto de fuga da suspeita.
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Causa da Morte: O corpo foi encaminhado à Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) para exames de necropsia que confirmarão a extensão das lesões causadas pelo objeto.
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Linhas de Investigação: A polícia apura se havia um relacionamento prévio entre a vítima e a suspeita ou se o desentendimento foi pontual e motivado pelo consumo de bebidas alcoólicas.
Violência em Ambientes de Lazer
O episódio reflete uma preocupação crescente das autoridades de segurança de Mato Grosso com a violência em estabelecimentos de lazer. O governador Otaviano Pivetta tem reforçado o apoio ao policiamento ostensivo e às ações de inteligência para reduzir crimes de impulso, que muitas vezes utilizam objetos do cotidiano como armas letais. A Polícia Civil solicita que qualquer informação sobre o paradeiro da investigada seja repassada anonimamente via 197, garantindo a segurança do denunciante e auxiliando na resolução célere do crime.




